Caminhoneiro morre em grave acidente na BR 101, na curva da Pedra Branca em Wenceslau Guimarães .

PTN NEWS

 

Na tarde desta terça-feira, 7 de agosto de 2018, uma carreta carregada de combustível virou na perigosa curva da Pedra Branca, município de Wenceslau Guimarães localizada na BR 101.

Segundo informações passadas para o PTN NEWS, o condutor morreu preso entre as ferragens. A BR encontra-se interditada desde aproximadamente às 17:00 horas pois corre risco de explosão.

A PRF e o corpo de bombeiros foram acionados e estão no local do acidente.

PTN NEWS


Jovem é assassinado a tiros no município de Wenceslau Guimarães

Foi necropsiado neste domingo, 29/07, no IML-Instituto Medico Legal de Valença-Ba, o corpo de Josenildo Oliveira dos Prazeres, 20 anos, natural de Gandu-Ba, vitima de homicídio provocado por disparos de arma de fogo, por volta das 09:50h, fato ocorrido na Rua do Carrapato, as margens da BR 101, município de Wenceslau Guimarães. Nas Malhas da Lei.


Deputado federal Paulo Azi visita construção do Estádio de Wenceslau Guimarães e Colégio com 12 salas

Na quinta-feira, dia 19/07, foi comemorado 56 anos de emancipação política do município de Wenceslau Guimarães. Iniciou-se com festejos, celebração da missa, em seguida, aconteceu o encerramento do campeonato amador de futebol; com os finalistas, BARRA X COCÃO, onde a equipe do COCÃO consagrou-se campeão, conquistando O TÍTULO INÉDITO.


O deputado Federal Paulo Azi, esteve no município de Wenceslau Guimarães no dia festivo, ele, junto com o prefeito Kaká visitou a obra do Estádio Municipal de WG, emenda liberada pelo deputado no valor de R$ 487,500, a construção do estádio está avançada, a acessória confirmou para o PTN NEWS que está em 30% de sua construção.

 


O deputado também visitou a obra do Colégio municipal que terá 12 salas de aula, está em fase de terraplanagem, uma obra no valor de 3.980,000,00, emenda também destinada para o município através do deputado. A acessória ainda confirmou para o PTN NEWS que, já foi licitada uma ambulância no valor de R$ 80,000,00 ( oitenta mil) e construção de  mais de 14 postos artesianos.

“Aproveito a oportunidade para parabenizar a equipe campeã. Fizeram-se presentes ao lado do povo, os vereadores, lideranças políticas deputados estaduais Luiz Augusto, Hildécio Meirelles, Luciano Ribeiro, Fabíola Mansur e os pré-candidatos Dal do Posto e Raimundinho da Jr, além do nosso Deputado Federal Paulo Azi. Obrigado a todos por nos ajudar construir um município melhor”, destacou o prefeito Kaká em sua rede social



Frutas da microrregião; produção ganha mercado baiano e nacional

Foto; PTN NEWS, veículo sendo carregado de banana da terra em Teolândia

As margens da rodovia, um vendedor ambulante oferece banana da terra, graviola, abacaxi. À frente, outros vendedores se apressam para mostrar ao consumidor outras frutas comuns por ali: cacau, cupuaçu, pupunha, rambutan. Todos os vendedores garantem: as frutas saem de pomares da própria região. E quem há de duvidar. Faça chuva ou faça sol, seja inverno ou verão, é sempre assim no Baixo Sul. 

Em qualquer ocasião que se visite esta parte da Bahia tem fruta sendo colhida ou plantada, e basta circular pela zona rural para perceber que este é um Polo de Fruticultura cada vez mais pujante e diversificado. O mosaico agrícola se estende pelos municípios de Gandu, Teolândia, Venceslau Guimarães, Presidente Tancredo Neves, Nova Ibiá e Piraí do Norte. As frutas saem das plantações mantidas nas 15.530 propriedades rurais espalhadas pelos seis municípios. 

Mas nem sempre foi assim.  Há 15 anos o cacau dominava absoluto as plantações. Mas, impulsionados pelas dificuldades enfrentadas nas lavouras cacaueiras, os produtores rurais começaram a buscar alternativas.  Para manter as propriedades rentáveis, se uniram a associações, cooperativas, sindicatos e vários órgãos públicos para formar o primeiro Comitê de Fruticultura do Estado da Bahia. A região também conta com o apoio de entidades como a Embrapa e universidades como a Uesc e a Uesb. 

“Nós tínhamos estes órgãos atuando de forma isolada. A ideia foi unir forças para tornar o processo mais dinâmico e eficiente. Juntos temos maior poder de reivindicação e negociação”, diz o presidente do Comitê de Fruticultura do Baixo Sul e Presidente do Sindicato Rural de Gandu, Renato Dias. 

Deu certo

A ação coletiva deu certo. As pesquisas e os estudos apontaram que o caminho para a sobrevivência e o desenvolvimento da região era a produção diversificada de frutas. Os agricultores começaram a aumentar as plantações de banana da terra e a investir em novos cultivos, como graviola e maracujá.

Hoje os pomares de graviola ocupam mais de 1.450 hectares na região, e são mais de 180 mil toneladas de banana da terra por ano. No ano passado, só o município de Teolândia teve uma receita de mais de R$ 51 milhões com o cultivo das bananeiras. 

A cada ano a região atrai mais gente. O município de Presidente Tancredo Neves, por exemplo, recebeu nos últimos anos mais de 20 famílias de agricultores vindos do Paraná.  A maioria dos produtores vende as frutas in natura, ou fornece a massa da fruta sem casca para fábricas de sucos da Bahia.

As agroindústrias familiares, onde é feito o descasque ou a despolpa, funcionam dentro das próprias fazendas e geram milhares de postos de trabalho na época da colheita.  

Localização

Os municípios que integram o polo ficam às margens da BR-101, principal via federal que interliga o Norte e o Sul do Brasil. A localização privilegiada permite o escoamento rápido da produção e a chegada dos alimentos, em curto prazo, nos principais polos consumidores do País.  

As frutas são transportadas em caminhões abastecidos diretamente nas propriedades ou nas cooperativas. A maior parte segue para Salvador, Feira de Santana, Vitória da Conquista, e outros estados, principalmente, Rio de Janeiro e São Paulo. 

Além disso, o Baixo Sul baiano está localizado em uma área de Mata Atlântica, cheia de serras e morros que tornam difícil a missão de encontrar terrenos planos. Os vales formam uma paisagem marcada por terrenos íngremes e irregulares.

Mas nada que sirva de empecilho para os agricultores. Eles adaptaram as plantações para terrenos enladeirados e, em qualquer ribanceira, por mais radical que seja o ângulo, é possível encontrar um pomar. Ademais a terra é fértil. 

A chuva também é regular e tem permitido o plantio e a colheita ao longo de todo o ano.

“Aqui não tem paradeiro e se produz no ano todo. O carro-chefe continua sendo o cacau, mas tem sempre alguém produzindo alguma coisa. Se não é a banana, é o abacaxi. Se não está colhendo maracujá, está retirando cupuaçu do campo. O agronegócio da região está sempre em movimento, e isso deixa o comércio das cidades dinâmico também”, destaca presidente do Comitê de Fruticultura do Baixo Sul, Renato Dias.

Especiarias

O clima da região, que provoca umidade, é considerado ideal também para a produção de especiarias. Não por acaso, as plantações de pimenta do reino e cravo da índia também são tradicionais e numerosas nesta parte do Estado.

Agricultor realiza sonho de voltar à terra dos pais

Clodoaldo viu a família perder quase tudo e os irmãos migrarem para outros estados. Quando pôde, voltou ao Baixo Sul para ser produtor rual na mesma região que seus pais (foto: Georgina Maynart)

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