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Homem confessa matar filho de 5 anos por vingança da ex
Um crime brutal chocou o Rio Grande do Sul nesta terça-feira (25). Tiago Ricardo Felber, de 40 anos, foi preso após confessar ter arremessado o próprio filho de 5 anos de uma ponte sobre o Rio Vacacaí, em São Gabriel, na fronteira oeste do estado. Segundo a Polícia Civil, o crime teria sido motivado por vingança contra a ex-companheira, com quem se separou em novembro de 2024.
O menino, que morava com a mãe em Nova Hartz, havia sido levado pelo pai no sábado (22) para celebrar o aniversário de 40 anos do suspeito. Em depoimento, Tiago revelou que tentou esganar a criança um dia antes, sem sucesso. No dia seguinte, colocou o filho em uma caixa e, usando uma bicicleta, levou o menino até a ponte com o objetivo de afogá-lo.
O plano macabro, no entanto, não saiu como previsto: o nível do rio estava baixo, e a criança caiu sobre pedras. O corpo foi recolhido e passa por análise pericial para determinar a causa exata da morte.
O trajeto do suspeito até o local do crime foi registrado por câmeras de segurança, reforçando as evidências. A polícia informou que a mãe da criança havia registrado uma denúncia contra Tiago no fim de 2024, mas acabou desistindo posteriormente.
O caso segue sob investigação, e a sociedade gaúcha está em estado de choque diante da barbárie.
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Falta de mão de obra encarece obras na construção civil
A escassez de profissionais qualificados tem se tornado um dos maiores desafios do setor da construção civil em todo o país — e o Baixo Sul da Bahia já sente os reflexos. Segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV), 82% das empresas do ramo enfrentam dificuldades para contratar trabalhadores, enquanto 70% dos empresários relatam a ausência de mão de obra especializada.
O problema provoca um efeito dominó: com menos profissionais disponíveis, os salários aumentam, os prazos se alongam e os custos das obras disparam. A valorização dos profissionais experientes, como o carpinteiro Francisco Pereira, com 30 anos de profissão, mostra como o mercado está aquecido. “Eu amo essa profissão. É dela que tiro o sustento da minha família”, diz Francisco.
A situação é crítica nos canteiros. Segundo Sylvio Pinheiro, diretor da G+P Soluções, a ausência de trabalhadores compromete o andamento dos projetos. “É muito normal faltar entre 20% e 30% da equipe necessária. Mão de obra é o nosso maior gargalo hoje”, afirma.
Os cargos mais difíceis de preencher incluem eletricistas, mestres de obras, pedreiros, encanadores e instaladores. “Não se encontra mais profissionais tão técnicos como antes”, lamenta Pinheiro.
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Itabuna já exige focinheira; Brasil pode seguir o exemplo
Enquanto o Congresso Nacional discute uma lei que pode obrigar o uso de focinheira em cães de grande porte ou raças perigosas, Itabuna, no sul da Bahia, já adota essa exigência há mais de 20 anos. No município, a circulação de cães nas ruas só é permitida com coleira e focinheira, conforme determina o Código de Posturas, instituído pela Lei nº 1.908/2003.
A proposta de lei ganhou força após o caso da escritora Roseana Murray, atacada por três pitbulls no Rio de Janeiro, reacendendo o debate sobre a responsabilidade dos tutores e a segurança em locais públicos. Hoje, apenas os estados de São Paulo e Rio de Janeiro possuem legislações semelhantes.
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Professora é espancada por família de aluno em Salvador
A professora Célia Regina, de 65 anos, afirma ter sido espancada dentro de casa pelos familiares de um aluno de 7 anos, no bairro Resgate, em Salvador, na última segunda-feira (18). A agressão teria ocorrido após a educadora repreender o estudante durante uma aula particular.
Segundo Célia, o menino se recusou a fazer um exercício e a agrediu com um tapa no rosto. Após relatar o ocorrido à mãe da criança, a situação piorou. Uma semana depois, o garoto voltou com um celular para gravar a aula, o que incomodou a professora, que voltou a chamar a responsável.
Na ocasião, a mãe foi até a casa acompanhada da tia e do padrasto do menino. Foi então que, segundo a vítima, começaram as agressões. “Ele me puxou pelos cabelos, me jogou no chão e começaram as sessões de tortura”, disse a professora em entrevista. Célia teve o cabelo arrancado, foi espancada com chutes e ameaçada de morte e estupro. O homem estaria armado com um dispositivo de choque.
“Só não me mataram por causa da vizinha que escutou os gritos”, afirmou.
O caso revoltou a comunidade local e gerou grande comoção nas redes sociais. A polícia investiga o caso, e a professora cobra justiça.
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Ficar muito tempo no vaso pode causar hemorroidas, alertam especialistas
Ficar sentado por longos períodos no vaso sanitário pode parecer inofensivo, mas especialistas alertam que esse hábito pode trazer sérios riscos à saúde. A pressão prolongada nas veias anais pode aumentar as chances de desenvolver hemorroidas e outros problemas circulatórios na região pélvica.
A posição tradicional de sentar no vaso nem sempre é a mais eficiente para a evacuação, podendo sobrecarregar os músculos do assoalho pélvico. O problema se agrava com o uso de celulares no banheiro, o que prolonga ainda mais o tempo de permanência nesse ambiente.
De acordo com profissionais de saúde, o ideal é limitar o tempo no vaso a no máximo 10 minutos por sessão e evitar o uso de dispositivos móveis durante o momento da evacuação. Essa prática simples pode ajudar a manter uma rotina intestinal mais saudável e prevenir complicações futuras.
📸: Reprodução | Pexels
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