Itamari: Contas da Prefeitura rejeitadas pelo TCM e prefeito terá de devolver mais de 500 mil com recursos pessoais

A Prefeitura ultrapassou, no final do exercício de 2014, exageradamente, o limite de 54% definido na Lei de Responsabilidade Fiscal As contas do prefeito de Itamari, Valter Andrade da Silva Júnior, foram rejeitadas pelo Tribunal de Contas dos Municípios, na sessão desta terça-feira (06/10), com determinação de ressarcimento aos cofres municipais no montante de R$ … Leia Mais




Governo vai usar dinheiro do tráfeco para recuperação de depentdentes

O governo federal tem intensificado o rastreamento do dinheiro do tráfico de drogas apreendido no Brasil. De acordo com a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, a intenção da força-tarefa formada pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), do Ministério da Justiça, é utilizar os recursos em ações de prevenção, pesquisas, tratamentos … Leia Mais


Aprovado Estatuto da Família excluindo uniões homoafetivas como família

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Foto: Divulgação 

A Comissão Especial sobre Estatuto da Família (PL 6.583/13) aprovou, nesta quinta-feira, 24, por 17 votos a 5, o parecer do relator, deputado Diego Garcia (PHS-PR). O texto segue agora para o plenário da Câmara, com a polêmica sobre o conceito de família, que restringe as prerrogativas às famílias tradicionais, excluindo do texto os casais homoafetivos.
Durante a sessão, os deputados contrários à proposta, entre eles parlamentares do PT, PcdoB e PTN, tentaram adiar a votação, apresentando uma série de requerimentos. Todos foram derrubados. O deputado Bacelar (PTN-BA) alertou que a Constituição não tem qualquer vedação a classificar uniões homoafetivas como família.
“Na sociedade, temos inúmeros arranjos de união que levam ao conceito de família. O que será de milhares de crianças e adolescentes brasileiros que não terão seus direitos assegurados?”, questionou.
Bacelar destacou ainda trecho do relatório que afirma que o afeto não pode ser considerado elemento construtivo de uma relação ou para constituição de família. “O afeto está na base da relação humana. É fundamental na construção de uma sociedade.”
Na mesma linha, a deputada Erika Kokay (PT-DF) tentou convencer outros parlamentares a debater mais a matéria. “A quem interessa o relatório se não interessa às famílias excluídas e heterossexuais. Ele só interessa ao fundamentalismo religioso”, afirmou.

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Justiça bloqueia bens quer devolução de prefeito por gastos com bebidas e preservativos

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O prefeito de Monte Negro (RO), Júnior Miotto (PP), de 26 anos, teve os seus bens bloqueados pela Justiça após acusação de improbidade administrativa por gastos excessivos de dinheiro público, como na compra de bebidas alcoólicas e preservativos durante a realização de viagens a serviço da prefeitura. O Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO), determinou a devolução de R$ 133.873,80, que não teriam sido comprovados.

A decisão foi concedida após uma ação civil pública do Ministério Público de Rondônia (MP-RO) apontar suspeitas de atos de improbidade administrativa do prefeito para fim de enriquecimento ilícito e dano ao patrimônio público com recebimento indevido de diárias. O motorista e a chefe de gabinete também teriam participação no esquema.

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Projeto do FEX quer liberar R$ 1,950 bilhões aos Estados e Municípios

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Na noite desta terça-feira, (15), o plenário do Senado aprovou o Projeto de Lei da Câmara 127/2015 que libera recursos referente ao exercício de 2014 do Fundo de Exportação (FEX). De acordo com a proposta, o montante será entregue aos estados, Distrito Federal e municípios em quatro parcelas de R$ 487,5 milhões cada. Elas deverão ser pagas até o último dia útil de setembro, outubro, novembro e dezembro deste ano. A divisão do recurso é mantida em 75% para os Estados e, deste total, 25% vão os Municípios. Aos entes municipais, os coeficientes individuais de repartição são os mesmos vigentes para o rateio do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Parte do Fundo de Exportação refere-se à compensação das perdas com a isenção do ICMS nos produtos exportados, é repassado aos municípios desde 2004 através de publicação de Medidas Provisórias. Sobre a utilização do recurso, não há vinculação específica para a aplicação.

O projeto agora segue para sanção presidencial, podendo sofrer alterações nas datas de crédito caso a sanção só ocorra em outubro.

Veja quando cada município do Território do Baixo Sul vai receber

Valença: R$ 72.980,62

Cairu: R$ 164.900,54

Taperoá: R$ 19.757,88

Nilo Peçanha: R$ 17.737,04

Ituberá: R$ 34.847,17

Jgrapiúna: R$ 13.341,18

Camamu: R$ 31.923,06

Presidente Tancredo Neves: R$ 21.233,83

Jaguaripe> R$ 13.543,49

Aratuípe> R$ 7.798,63

Teolândia:R$ 13.329,19

Wenceslau Guimarães: R$ 30.413,24

Gandu: R$ 2.675,70

Piraí do Norte: R$ 9.102,7

(Portado Baixo Sul)


Deputado paga R$ 70 mil com dinheiro público para empresa cuidar de sua pagina no facebook

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O deputado federal Cabo Daciolo faz a Câmara dos Deputados pagar R$ 70 mil, desde o começo do ano, à empresa Swell Home Office para atualizar seu perfil no Facebook. De acordo com a coluna Radar Online, de Época, a empresa está registrada no nome de Fabíola de Oliveira Pereira, mulher do sargento dos Bombeiros Cláudio Vinícius Pereira, do Rio de Janeiro. O agente é amigo e cabo eleitoral de Daciolo. O parlamentar é conhecido por querer mudar a Constituição para dizer que o poder emana de Deus, não do povo. (BN).

Quando o povo não tem acesso a informação a população esta sujeita a qualquer tipo de absurdo. Diante desta crise política no País que, (assemelha bem um município com pouco mais de 27 mil habitantes na Bahia), um valor deste de R$ 70 mil é troco de pão, porém isto revestido em serviço mensalmente muda a vida de uma cidade. 


Financiamento de campanha política foi proibido pelo STF

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O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (17) proibir o financiamento privado de campanhas políticas. A Corte encerrou o julgamento, iniciado em 2013, de uma ação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que questionou artigos da Lei dos Partidos Políticos e da Lei das Eleições.

Esses artigos autorizam as doações de empresas para partidos políticos e candidatos. Por oito votos a três, a maioria dos ministros entendeu que as doações desequilibram a disputa eleitoral.

Com a decisão do STF, as doações de empresas nas eleições passam a ser proibidas. No entanto, a polêmica sobre o assunto não está encerrada. Semana passada, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei para regulamentar as contribuições.

O texto aguarda decisão da presidente Dilma Rousseff sobre sanção ou veto. Se a presidente sancionar a lei, será preciso uma nova ação para questionar a validade das doações no Supremo, devido a posição contrária adotada pelo tribunal.

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