Bolsonaro é internado em Brasília

O presidente Jair Bolsonaro deu entrada nesta quarta-feira (14) no HFA (Hospital das Forças Armadas). A informação foi confirmada, sob condição de anonimato, por um de seus ministros. De acordo com outra fonte, a Reunião do Comitê de Coordenação Nacional para Enfrentamento da Pandemia da Covid-19, que estava prevista para as 8h, foi cancelada. O … Leia Mais


Em estado gravíssimo de saúde, Luciano Szafir é transferido de hospital

Luciano Szafir, de 52 anos, apresentou uma nova piora em seu estado de saúde, considerado gravíssimo. Na tarde desta quinta-feira (08), o ator foi transferido para o hospital Copa Star, no Rio de Janeiro, segundo informações do programa “A Tarde é Sua”, da RedeTV!. Szafir, que estava internado há duas semanas no Hospital Samaritano, no Rio, … Leia Mais




Após pegar Covid, homem desenvolve bolhas por todo o corpo

Após ser diagnosticado com Covid-19 e tomado medicamentos do chamado kit Covid, um homem de 53 anos desenvolveu uma severa reação dermatológica em Teresina (PI).

Marcelo Medeiros, gerente comercial de uma imobiliária, testou positivo para Covid-19 no dia 7 de abril de 2021. Após receber atendimento médico em um hospital da rede privada Unimed em Teresina, seguiu a recomendação médica para uso dos medicamentos ivermectina e azitromicina.

Após duas semanas em isolamento e já sem o quadro sintomático característico (tosse, febre, falta de ar), ele notou o aparecimento de bolhas na pele.

 

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Atividade física pode elevar a eficácia das vacinas contra COVID, aponta estudo

Desde março de 2020 estamos convivendo com a pandemia provocada pelo novo coronavírus. Tempos conturbados, que influenciaram diretamente nas rotinas diárias das pessoas. E isso inclui a prática de exercícios físicos. Já é comprovado que se manter fisicamente ativo reduz o risco de manisfestação de estágios mais graves da Covid-19 e ainda reduz as chances de morte por contaminação do vírus. Dessa forma, a atividade física passou a ser considerada um dos principais meios de prevenção. Claro que em conjunto com o distanciamento social, o uso de máscara, a higiene das mãos, a vacina. (mais…)


Anvisa autoriza uso emergencial de coquetel contra a covid-19

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou hoje (20), em Brasília, a liberação para uso emergencial de dois medicamentos experimentais da farmacêutica suíça Roche contra a covid-19, desenvolvidos em parceria com a empresa de biotecnologia americana Regeneron. 

Os remédios, contendo casirivimabe e imdevimabe (REGN-COV-2), atuam em ligação com a coroa do vírus de forma a impedir sua entrada nas células ainda não infectadas para replicar o material genético, controlando a doença.

A medicação é indicada especialmente para pacientes que estão em idade avançada, obesos, que tenham doença cardiovascular, hipertensão, doença pulmonar crônica, aids, diabetes, doenças respiratórias, doença renal crônica e doença hepática, entre outras comorbidades e que apresentam alto risco de desenvolver progressão para um quadro grave da covid-19.

Segundo a Anvisa, o medicamento será de uso restrito a hospitais, para uso ambulatorial, ou seja, para pacientes que apresentam sintomas leves da doença, sendo administrado somente com prescrição médica. O medicamento não é recomendado para uso precoce ou preventivo. Também não será permitida a sua comercialização ou venda em farmácias.

O coquetel foi liberado para ser administrado em pacientes a partir de 12 anos, que pesem mais de 40 kg, que não necessitem de suplementação de oxigênio e não apresentem o quadro grave da doença. A aplicação é intravenosa e deve ser administrada logo após a confirmação, por meio de teste viral, até dez dias após o início dos sintomas.

Segundo o gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, Gustavo Silva Santos, o coquetel usa dois anticorpos monoclonais que trabalham para neutralizar o vírus, fornecendo “anticorpos extras” para os pacientes.

“A ideia desse produto é que nesses pacientes se mimetize o que seria a resposta imune natural dos anticorpos produzidos em células e que essa produção extra-humana de anticorpos ajude a promover a ação imunológica”, disse. 

“[Mas] esse produto não é recomendado para quem já está na situação grave da doença. Para aqueles que já estão internados se observa uma piora no desfecho clínico quando administrado em pacientes hospitalizados com covid-19 que necessitam de suplementação de oxigênio de alto fluxo ou ventilação mecânica”, acrescentou.

Redução de 70,4% na hospitalização

Santos apresentou dados das pesquisas dos medicamentos e disse que os resultados preliminares em pacientes ambulatoriais, desde o diagnóstico da doença até 29 dias após início do tratamento, mostraram uma redução de 70,4% na hospitalização ou morte relacionadas com a covid-19.

“O que a gente percebeu foi uma redução significativa e clinicamente relevante de 70,4% no número de pacientes hospitalizados ou morte por quaisquer causas quando comparado com o placebo”, disse. “Ele foi muito bem tolerado, tem um perfil de segurança aceitável.

O pedido para o uso dos medicamentos foi feito pela Roche em 1º de abril. A diretora da Anvisa e relatora do processo de liberação do medicamento, Meiruze Sousa Freitas, lembrou que ele já foi aprovado para uso emergencial pela Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora dos Estados Unidos, após apresentar bons resultados em pacientes com sintomas leves e moderados da covid-19.

A Anvisa aprovou um prazo de validade de 12 meses para os medicamentos, por se tratar de uso emergencial. A relatora lembrou que a agência também já liberou, em março, o uso do antiviral Remdesivir, produzido pela biofarmacêutica Gilead Sciences, para o tratamento da covid-19, e que a nova autorização vai ajudar a aliviar o sistema de saúde do país.

“A autorização emergencial desses anticorpos monoclonais oferece aos profissionais de saúde mais uma ferramenta no combate a essa pandemia”, disse.

Meiruze lembrou que a autorização é de uso emergencial, por se tratar de um medicamento ainda em desenvolvimento, e que o processo de aprovação do registro definitivo ainda precisa de mais pesquisas e investigação clínica.

Ela alertou ainda que não há pesquisas tratando da aplicação de vacinas contra a covid-19 em pacientes que foram submetidos ao novo medicamento e que a recomendação é de que o paciente deve aguardar um período de 90 dias após a administração do medicamento para tomar a vacina.

“Atualmente não há dados sobre a segurança e eficácia das vacinas autorizadas pela Anvisa em pessoas que receberam esses anticorpos monoclonais como parte do tratamento da covid-19. Portanto, antes de se vacinar o paciente deve ser avaliado pelo médico”, finalizou.

Edição: Kleber Sampaio


Mesmo em casos leves, sequelas pós-covid merecem atenção

Cansaço, perda de olfato e paladar são algumas das já conhecidas sequelas causadas pela covid-19. No entanto, mesmo em casos leves, a doença pode deixar rastros menos perceptíveis, mas que ainda assim merecem atenção.

Segundo o cardiologista João Vicente, médico assistente do InCor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP), o ideal é que quem desenvolveu a covid de forma leve ou moderada passe por uma avaliação médica em pelo menos 30 dias após a recuperação.

Uma pesquisa da Universidade de Medicina de Washington, nos Estados Unidos, mostrou que 3 em cada 10 pessoas diagnosticadas com covid tiveram sequelas em até 9 meses depois, mesmo em casos leves, como cansaço, perda de olfato e paladar, dificuldade para respirar e confusão mental.

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Brasil receberá 4 milhões de doses da vacina AstraZeneca em maio

O governo brasileiro confirmou, neste sábado (17), a chegada de 4 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 ao País em maio.O lote envolve o imunizante produzido pela AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford.

Os ministérios da Saúde e das Relações Exteriores disseram que já chegaram em março ao Brasil 1 milhão de doses da mesma fabricante por meio do Covax Facility, consórcio internacional com participação brasileira que busca acelerar a distribuição da vacina a países com menos recursos.

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