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Em Apuarema, no interior do estado, professores da rede municipal de ensino, reclamam de atraso no pagamento do salário de dezembro do ano passado.

De acordo com informações da própria classe, os valores deveriam ter sido depositados desde o último dia 10 do mês que passou, mas até a data atual, 21 de janeiro, nem sequer previsão havia sido anunciada.

A informação é de que a verba destinada para o pagamento da classe, teria sido usada na realização de uma festa com bandas musicais, trio elétrico e um boi no rolete, ocorrida no dia 13 de dezembro, e que custou aos cofres do município mais de R$ 50 mil.

Em uma conversa com uma representante da APLB local, o filho da prefeita, que também responde pela administração do governo, revelou que faltam R$ 20 mil para iniciar o pagamento dos atrasados.

Em nota particular publicada no Facebook, uma educadora mostrou-se indignada e relatou as dificuldades enfrentadas com os inúmeros atrasos salariais. (Diário Paralelo)


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Vídeos que estão circulando nas redes sociais onde as imagens mostram o que seria uma reunião entre o CMDCA e o Conselho Tutelar, que acabaram subindo os ânimos. No vídeo aparecem a Nora da Prefeita Lene (esposa do Sec. de saúde) , o Secretário de Assitência Social de Apuarema, e a esposa do Vereador Júnior, que também fazem parte do CMDCA , exigindo que os conselheiros cumpram a carga horária de 40 horas e que não possam ter qualquer outro vinculo ou vida social, alegando estar na lei, mesmo sem suporte técnico e físico aos conselheiros.

O que intriga os conselheiros é que somente agora no final da gestão dos mesmos, as cobranças aparecem e ainda questionam a presença da Presidente do CMDCA , Ana Batista e que no mesmo vídeo relata a visita apenas uma vez, no mês de agosto. Segundo os Conselheiros o problema não está em cumprir a carga horária e sim em terem condições de trabalho. Eles deixam claro que não existe computador funcionando, canetas, transportes, folhas de oficio, falta de telefone fixo ou móvel, alimentos, e até mesmo as diárias dos conselheiros são assinadas e protocoladas, mas não são depositadas nas contas dos mesmos. Ficando assim obscuro se foi pago ou não os valores, o que acaba inviabilizando uma boa prestação de serviço para a comunidade.


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As contas de 2014 da câmara de Apuarema, no sul da Bahia, na gestão de Joedário de Jesus Santana, foram rejeitadas pelo Tribunal de Contas dos Municípios, na sessão desta terça-feira (27), com imputação de multa no valor de R$ 2.500,00 e determinação de ressarcimento aos cofres municipais na ordem de R$15.915,46, com recursos pessoais, pela ausência de comprovantes de despesas.

As contas foram rejeitadas em função da indisponibilidade financeira na quantia de R$ 284,49 para quitação dos restos a pagar e despesas de exercícios anteriores, em descumprimento ao disposto no art. 42 da Lei de Responsabilidade Fiscal, e da realização de despesas no montante de R$ 606.443,69, ultrapassando o limite previsto no art. 29-A da Constituição Federal. Cabe recurso da decisão. (Diário Paralelo)