Petrobras reduz preços de gasolina em 5,4% e diesel em 3,5%

A Petrobras anunciou, na noite desta quinta-feira (25), a redução do preço médio nas refinarias em 5,4% para a gasolina e em 3,5% para o diesel. Segundo a companhia, a decisão foi tomada “por um aumento significativo nas importações no último mês, o que obrigou ajustes de competitividade da Petrobras no mercado interno”.



Carmén Lúcia pode convocar o Exército para assumir o Brasil!

Após o vazamento de provas concretas contra o atual Presidente do país, Michel Temer, ele poderá finalmente sair do poder, seja por “bem ou mal”. Se sair por renúncia, será melhor para o Brasil, já que ele ficará menos tempo no poder, assim dando espaço para quem assumir trabalhar e recuperar os danos deixados, mas … Leia Mais


O que acontece agora?

O país amanhece sob o impacto de uma notícia devastadora para o governo Temer e se pergunta: o que acontece agora? No Congresso, a oposição já protocolou pedido de impeachment e até mesmo aliados do presidente falam na sua renúncia.



“O homem que tem fé não tem medo”, diz Marcelo Rezende sobre câncer diagnosticado

O apresentador Marcelo Rezende, de 65 anos, revelou que está com um câncer no pâncreas, que irradiou para o fígado. Ele gravou a entrevista para o Domingo Espetacular, exibido nesse domingo (14), no dia 8, poucas horas antes de ser internado em hospital de São Paulo. Seu repentino afastamento do comando do programa Cidade Alerta, da Record, gerou preocupação nos telespectadores, que até então não sabiam o motivo.

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Nordeste tem maior índice de gravidez na adolescência

O Nordeste é a região com o maior número de mães adolescentes, com 180 mil casos, segundo apontam dados divulgados nesta quarta-feira (10) pelo Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (Sinasc). Depois no Nordeste, aparecem as regiões Sudeste, Norte, Sul e Centro-Oeste. Apesar dos números, o número de gestantes nesta fase da vida apresentou queda de 17% no Brasil.

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Depoimento de Lula a Moro termina após quase 5 horas

Ex-presidente foi interrogado como réu pela 1ª vez em processo da Lava Jato sobre triplex.

Terminou após quase 5 horas o depoimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao juiz Sérgio Moro, responsável pelas ações da operação Lava Jato na primeira instância. O interrogatório começou às 14h18 e terminou por volta das 19h10. O petista foi ouvido como réu pela primeira vez no processo sobre o triplex no Guarujá (SP).

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PESQUISA APONTA. Um em cada três brasileiros teve amigo ou parente assassinado

Um em cada três brasileiros (35%) teve amigos ou parentes assassinados, revela pesquisa do Instituto Datafolha, encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Segundo o estudo, divulgado hoje (8), são cerca de 50 milhões de brasileiros maiores de 16 anos que perderam uma pessoa próxima vítima de homicídio ou latrocínio (roubo seguido de morte). O índice dos que tiveram familiares ou amigos mortos violentamente é maior entre os negros, 38%, enquanto entre os brancos é de 27%. O levantamento mostra ainda que 12% da população maior de 16 anos, cerca de 16 milhões de pessoas, tiveram alguém do circulo afetivo morto por um agente de segurança, policial ou guarda municipal. Entre os jovens, de 16 a 24 anos, esse percentual chega a 17%. O levantamento revela ainda que foram vítimas de ferimentos com armas de fogo 4% dos entrevistados, o que representa na projeção populacional de 5 milhões de indivíduos com mais de 16 anos. As vítimas de facas e outras armas brancas somam 8%, ou 10 milhões de pessoas. Além disso, 12% dos ouvidos disseram ter sofrido ameaças de morte. Quase todos os que responderam a pesquisa (94%) acreditam que o índice de homicídios no Brasil é muito alto e 96% acham que todas as esferas de governo precisam se unir para reduzir a violência. Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, que também é elaborado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, foram registradas 58.383 mortes violentas no Brasil em 2015. Para a pesquisa divulgada hoje, foram ouvidas 2.065 pessoas em 150 municípios de 3 a 8 de abril. (Agência Brasil)


Fim do foro, reforma trabalhista e CPI da Previdência marcam semana no Senado

Foto: Arquivo/Antonio Cruz/Agência Brasil
Foto: Arquivo/Antonio Cruz/Agência Brasil

Agência Brasil – Alguns temas marcaram o noticiário da última semana e continuam em pauta no Senado a partir de hoje (2). A proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com o foro especial por prerrogativa de função volta a ser discutida e os senadores passam a se dedicar também à análise do projeto de lei da reforma trabalhista, aprovado na Câmara na quarta-feira 26).

A PEC do Fim do Foro passará, a partir de amanhã, pela primeira das três sessões de discussão necessárias antes da votação em segundo turno. Ela foi aprovada em primeiro turno na semana passada. A expectativa é que esteja pronta para ser votada novamente no dia 9. Se for aprovada, será encaminhada à Câmara dos Deputados.

O texto extingue o foro privilegiado para todas as autoridades, exceto os presidentes da Câmara, do Senado, da República e do Supremo Tribunal Federal.

No caso da reforma trabalhista, as primeiras discussões deverão ser a respeito da imposição ou não de urgência para sua tramitação. Diferente do modelo adotado na Câmara, no Senado o texto não deverá passar por uma comissão especial, e sim por pelo menos três comissões de mérito permanentes da Casa: a Comissão de Constituição e Justiça, a Comissão de Assuntos Sociais e a Comissão de Assuntos Econômicos.

Se a urgência for aprovada pelos senadores, no entanto, a matéria pode ter a tramitação acelerada e receber parte desses pareceres diretamente em plenário.

Outro tema que deve começar a ser discutido no Senado esta semana está relacionado à Previdência. Embora a reforma da Previdência ainda não tenha sido votada na Câmara, os senadores já começam a se aprofundar no assunto com o início dos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito da Previdência.

A CPI foi instalada na semana passada e vai apurar os números do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e identificar casos de fraude e sonegação. O senador Paulo Paim (PT-RS), autor do requerimento de criação da comissão, presidirá os trabalhos e o senador Hélio José (PMDB-DF) será o relator.

As comissões permanentes da Casa também devem funcionar, analisando projetos que podem ser enviados para análise em plenário. A Comissão de Constituição e Justiça, por exemplo, pode voltar a debater a PEC da Reforma Política, que trata do fim da reeleição para presidente, entre outras coisas.

A Comissão de Assuntos Sociais deve votar projeto que aumenta a alíquota do Imposto de Renda sobre remessa de dinheiro para paraísos fiscais.